Chewie apanhado a “Scarlettjohanssonear”

O “scarlettjohanssoning” ganha mais adeptos a cada dia que passa!

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Handicapped Superman Halloween costume

Esta é daquelas que escandalizam e provocam um sorrisinho censurável ao mesmo tempo.

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Pechincha do dia

Estava eu na papelaria da esquina à espera para comprar um maço de cigarros quando reparei numa pilha de DVDs junto à caixa. Entre variados títulos, um saltou-me imediatamente à vista: HARD CANDY. Para quem não conhece, trata-se nem mais nem menos do que o thriller de caça ao pedófilo que deu a conhecer a sublime e incomparável Ellen Page e que é ainda hoje um dos seus trabalhos mais impressionantes. Custa 1,99 euros, e com sorte conseguem-no sem terem de pagar também o Pasquim da Manhã. Note-se ainda que ao contrário de outros DVDs “oferecidos” pelos jornais que são amputados de extras, esta é a edição completa. Imperdível!

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Los Cronocrímenes (2007)

Poucos subgéneros têm sido tão amplamente explorados ao longo dos anos na cultura popular em geral – e no cinema em particular – como o das viagens no tempo. Desde que HG Wells passou para  o papel as desventuras de um cientista amargurado que constrói uma máquina do tempo para salvar a noiva de uma morte inevitável, já pudemos ver na grande tela De Loreans voadores, cyborgs assassinos vindos de um futuro apocalíptico, visitantes da Idade Média, coelhos gigantes de aspecto grotesco e, entre outros, uma banheira de hidromassagem capaz de nos transportar para os anos 80. Num nincho tão saturado onde já se viu de quase tudo, parecia-me improvável que surgisse algo de refrescante dentro do género nos tempos mais próximos.

Eis então que do país de nuestros hermanos surge este Los Cronocrímenes, um pequeno filme que marcou a estreia do jovem Nacho Vigalondo na realização. Ao contrário da amplitude bigger than life de outros títulos, a premissa deste é relativamente simples. Conta-nos a história de Héctor (Karra Elejalde), um pacato homem de meia-idade que acabou de se mudar com a esposa Clara (Candela Fernández) para uma casa junto a um bosque. Confortavelmente instalado na sua cadeira de jardim, Héctor entretém-se a vasculhar as redondezas com uns binóculos quando repara numa bela rapariga (Bárbara Goenaga) especada no meio das árvores, de cabeça baixa. Sem motivo aparente, a jovem retira a t-shirt e fica com tudo ao léu, aumentando a curiosidade e o instinto voyeurista do nosso herói (e provavelmente não só). Quando deixa de a ver, Héctor não resiste e faz-se a caminho do local onde viu a rapariga pela última vez, até dar com ela inanimada e já completamente nua. De repente, é atacado de surpresa por um indivíduo de rosto coberto de ligaduras cor-de-rosa, que o obriga a fugir e a refugiar-se numa estranha quinta a alguns metros de distância. É então acolhido por um jovem cientista (o próprio Vigalondo) que o convence a refugiar-se numa estranha cápsula cheia de um estranho líquido branco (não é nada disso, seus tarados!). Quando dá por si e sai da cápsula, Héctor percebe, chocado, que viajou sensivelmente uma hora para o passado, e que tem de garantir que o seu duplo segue exactamente os passos que ele próprio deu de modo a não acabar perdido no tempo como um fantasma, e no caminho encontrar resposta para algumas perguntas: quem era a jovem, e o que lhe aconteceu? E qual a identidade do assassino?

Los Cronocrímenes demonstra que, mais do que os meios de produção, são as (boas) ideias e a sua correcta concretização que fazem um filme competente. Os dedos de uma mão chegam para contar os elementos do elenco (todos com desempenhos muito aceitáveis), os efeitos especiais são artesanais e quase imperceptíveis, e no entanto é uma delícia observar como todos os factos aparentemente caóticos e erráticos batem certo assim que o ciclo se fecha, o que não invalida que haja espaço para discussão posterior no que aos mistérios do tempo e das viagens inter-temporais diz respeito. Um filme a não perder, e a ver na sua forma original e minimalista antes que a máquina de Hollywood o transvista como de costume no já anunciado remake.

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Conan the Barbarian (2011)


 

Três pontos prévios: Primeiro, o Conan original de John Milius (1982) é provavelmente o meu filme preferido de todos os tempos; Segundo, abomino remakes e reboots de bons filmes; Terceiro, e intimamente relacionado com os dois anteriores, posso afirmar com concludência que desprezo Marcus Nispel. O realizador alemão já reclamava o (des)crédito de ter dirigido os remakes de dois filmes que são verdadeiros clássicos do género de terror: Friday the 13th (1980) e, sobretudo, o seminal The Texas Chain Saw Massacre (1974). Desta vez, porém, foi longe de mais ao ousar passar por cima daquele que é, na minha imodesta opinião, o melhor filme de sword & sorcery jamais criado, uma obra que mantém um culto considerável por parte dos fãs e presença garantida nas várias listas de filmes mais subvalorizados de sempre criadas no IMDb. Aliás, nada me irrita mais do que o preconceito dos intelectualóides perante o filme apenas por ser protagonizado por Arnold Schwarzenegger. Há até um idiota qualquer que nos comentários na ficha do filme no Cinema PTGate afirma desdenhosamente que embora se trate de um bom filme, nunca seria um grande filme porque a personagem principal é interpretada pelo Arnie. Mas quem raio o gajo preferiria a interpretar o papel? O Laurence Olivier, o Marlon Brando? Pior ainda é ver na imprensa supostos vultos da crítica em Portugal, a propósito da estreia desta trampa do Nispel, tecerem comparações ao original e na maior parte das vezes referirem-se não à obra de Milius e sim à sequela Conan the Destroyer (1984) assinada pelo malogrado Richard Fleischer. Até as fotos que colocam do Arnie a ilustrar os artigos são desse filme e não do original. Esses dois filmes em comum partilham apenas o protagonista, um sidekick (Mako) e a música (grandiosa) de Basil Pouledoris. De resto, são incomparáveis: um é um clássico que resiste de forma admirável à passagem do tempo, o outro é um filme pastiche, um entretenimento oco (embora agradável) que se consubstancia, como alguém já lhe chamou, numa espécie de Feiticeiro de Oz com esteróides. Continuar a ler

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A Princesa Leia no Metro

Preço da gasolina obriga o Millennium Falcon a encostar….

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Blood and Sand acabou. Venha a prequela!

Foi no Domingo passado que a Fox portuguesa transmitiu o season finale de Spartacus: Blood and Sand e as minhas mãos ainda tremem da adrenalina gerada por uma carnificina de proporções épicas. Se é verdade que o desfecho era de algum modo previsível – pelas noções de História e até pelo clássico filme de Kubrick – nada me tinha preparado para um banho de sangue servido de forma tão arrojada. Acaba assim em grande a primeira temporada de uma série que comecei a ver quase por mero acaso e que episódio a episódio me foi cativando cada vez mais num crescendo de intensidade que explodiu num final apoteótico.

Com a sexta temporada de Dexter a chegar apenas no Outono, Spartacus foi o substituto perfeito para a minha censurável necessidade de hemoglobina televisiva, aspecto em que faz as desventuras do serial-killer preferido de Miami parecerem coisa de crianças. Junte-se a isso o mais anatomicamente correcto cast feminino de que tenho memória, cenas de sexo e nudez quase explícitas e testosterona a rodos e temos a série perfeita para homens de barba rija. E como até esses choram, confesso que quase brotei uma lágrima pela morte de Varro, que me deixou com azia durante uma semana.

Segue já a seguir na Fox, no próximo Domingo, não a continuação de Blood and Sand mas sim uma prequela, em formato mini-série de seis episódios, com o subtítulo Gods of Arena, onde poderemos rever o fabuloso Batiatus de John Hannah (já tinha saudades!), Solonius, Lucretia, Barca e outras personagens que perderam a vida na série original. Isto enquanto não estreia Spartacus: Vengeance, que seguirá a rebelião de Spartacus, Crixus e companhia contra Roma e se encontra presentemente em filmagens, com estreia marcada para o início de 2012. Surge porém um grande ponto de interrogação na forma da ausência do protagonista Andy Whitfield, forçado a ceder o lugar ao também desconhecido Liam McIntyre, em virtude da ausência para tratamento de um cancro. Tarefa nada fácil para o actor australiano, pois embora o franchise não tenha na qualidade das interpretações o seu requisito mais premente, se há alguém que esteve à altura de John Hannah foi precisamente Whitfield, que em nada desmereceu o legado do lendário Kirk Douglas. Outra questão a ter em conta é que a série original e a prequela funcionam integralmente no ludo de Batiatus, no seio dos gladiadores, e isso foi parte integrante do sucesso de ambas. Com os gladiadores livres como uns passarinhos, como será agora?

Mas first things first: já mandei engomar a minha toga e reservar o meu lugar na tribuna para receber no Domingo o novo gladiador lá do burgo: Gannicus!

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